Estações
Estações registradas até agora, em ordem de inauguração. As marcadas com ★ têm história detalhada.
| Estação | Inauguração | Hoje |
|---|---|---|
| Brás Aberta em 1867, perto da Hospedaria dos Imigrantes; hoje integrada à estação do Metrô e da CPTM. | 16 de fevereiro de 1867 | em operação |
| Cubatão Aberta com a linha em 1867, ao pé da serra; o prédio atual é dos anos 1950–60. | 16 de fevereiro de 1867 | uso cultural |
| Jundiaí (SPR) Ponta da SPR e ponto de baldeação para a Companhia Paulista. O prédio dos anos 1880/90 foi tombado em 2010. | 16 de fevereiro de 1867 | em operação |
| Luz A estação de São Paulo da SPR. O prédio atual, inaugurado em março de 1901, pegou fogo em 1946 e em 2014; os trens de longo percurso acabaram em 1997. | 16 de fevereiro de 1867 | em operação |
| Paranapiacaba Alto da Serra: pátio dos sistemas de cabos e vila operária inglesa. O prédio pegou fogo em 1981; os trens metropolitanos regulares terminaram em novembro de 2001. | 16 de fevereiro de 1867 | fechada |
| Raiz da Serra Pé da Serra Velha: dali os trens subiam pelos planos inclinados e, depois de 1974, pela cremalheira. Abandonada. | 16 de fevereiro de 1867 | fechada |
| Rio Grande da Serra Aberta em 1867 como Rio Grande, ponto de água e cruzamento das locomotivas; hoje ponta da Linha 10 da CPTM. | 16 de fevereiro de 1867 | em operação |
| Santo André Aberta em 1867 com o nome de São Bernardo; virou Santo André em 20/8/1934. | 16 de fevereiro de 1867 | em operação |
| Santos (Valongo) Ponto de partida da SPR, junto ao porto. O prédio de 1867 foi ampliado em 1898; recebeu o último trem de passageiros em 30/11/1995 e hoje abriga a Secretaria de Turismo e o Museu do Bonde. | 16 de fevereiro de 1867 | uso cultural |
| Jundiaí (Paulista) Ponto de partida da Paulista, cerca de 1 km além da estação da São Paulo Railway; dali saiu a primeira viagem, em 31/3/1872. | 31 de março de 1872 | desconhecido |
| Louveira Aberta em 1872 como Capivary, na viagem inaugural da Paulista. O prédio atual é de 1915, da duplicação da linha. | 31 de março de 1872 | desconhecido |
| Valinhos Ponta dos trilhos em 31/3/1872, na primeira viagem da Paulista. O prédio atual é de 1913; o original, "Valinhos-velha", existe ainda nas proximidades. Hoje é museu. | 31 de março de 1872 | uso cultural |
| Vinhedo Aberta em 1872 como Cachoeira; depois Rocinha (c. 1874–1879) e Vinhedo (1948). Restaurada em 2020. | 31 de março de 1872 | uso cultural |
| Campinas Ponto final da primeira linha da Paulista (1872) e entroncamento com a Mogiana. Hoje é a Estação Cultura. | 11 de agosto de 1872 | uso cultural |
| Jaguariúna Aberta em 1875 como Jaguari, ponta da primeira linha da Mogiana; a estação atual é de 15/12/1945. Sem trens regulares desde 1977, recebe desde 1981 o trem turístico da ABPF. | 3 de maio de 1875 | uso cultural |
| São Paulo (Júlio Prestes) Ponta da Sorocabana desde 10/7/1875. A estação original ficava na esquina das atuais ruas Mauá e General Couto de Magalhães, junto da atual; o grande prédio de Júlio Prestes ficou pronto em 1938 e hoje recebe os trens metropolitanos e a Sala São Paulo. | 10 de julho de 1875 | em operação |
| Sorocaba Ponta da linha original, aberta em 10/7/1875: a companhia nasceu para ligar Sorocaba a São Paulo. Sede das oficinas até o começo do século XX; o prédio, totalmente reformado, foi reinaugurado em 25/1/1930. | 10 de julho de 1875 | fechada |
| Americana Aberta em 1875 como Santa Bárbara, ponta dos trilhos até 1876; depois Villa Americana (1900) e Americana (1939). O prédio é de 1912. | 27 de agosto de 1875 | uso cultural |
| Mogi Mirim Ponta da linha em 27/8/1875. Fechada em 1979, quando os trilhos foram retirados com a Variante Guedes–Mato Seco; o prédio restaurado é hoje centro de formação de professores. | 27 de agosto de 1875 | uso cultural |
| Sumaré Aberta em 1875 como Rebouças, em homenagem ao engenheiro Antonio Pereira Rebouças Filho; depois Sumaré. O prédio atual é de 1916. | 27 de agosto de 1875 | uso cultural |
| Amparo Ponta do primeiro ramal da Mogiana, aberto em novembro de 1875 a partir de Jaguari (Jaguariúna). Daqui saíam o prolongamento para Monte Alegre (1890) e o ramal de Serra Negra (1889–1892). O prédio atual é de 1938; o ramal acabou em 1967. | 15 de novembro de 1875 fontes divergem | uso cultural |
| Boa Vista Parada na saída de Campinas, aberta em 1875; daqui partem as variantes de 1972 (Boa Vista–Guedes) e 1985/86 (Boa Vista–Guaianã). Abandonada e em ruínas em 2023. | 21 de dezembro de 1875 | fechada |
| Limeira Aberta em 30/6/1876; "o trem inaugural partiu de Campinas". Prédio reformado em 1912 e restaurado em 2009. | 30 de junho de 1876 | desconhecido |
| Tatu Aberta com Limeira em 30/6/1876, logo depois da ponte sobre o rio Piracicaba. | 30 de junho de 1876 | desconhecido |
| Rio Claro Ponta da Linha Tronco em 1876. Com a compra da Companhia Rio Claro (1892), virou ponto de baldeação entre bitolas. Prédio de 1911, tombado pelo CONDEPHAAT em 1985. | 11 de agosto de 1876 | uso cultural |
| Varnhagen (Ipanema) Estação da Fábrica de Ferro de Ipanema, ponta da linha a partir de 31/12/1876. Ganhou prédio novo por volta de 1928, com a linha dupla, e o nome Varnhagen em 1949. Tombada pelo CONDEPHAAT em 2022. | 31 de dezembro de 1876 | fechada |
| Araras Ponta da linha do Mogi-Guaçu em 10/4/1877, a primeira seção do prolongamento da Paulista a partir de Cordeiro. Passageiros até fevereiro de 1977. | 10 de abril de 1877 | fechada |
| Leme Aberta em 30/9/1877 como estação do Manuel Leme, em terras do fazendeiro; a cidade cresceu em volta e virou município em 1892. O prédio atual é de 1916. | 30 de setembro de 1877 | uso cultural |
| Casa Branca Aberta em 14/1/1878, ponta da linha até 1882. Com a Variante Lagoa–Tambaú (1948) ganhou estação nova em 1951; a velha virou ponta do Ramal de Mococa até 1988. | 14 de janeiro de 1878 | uso cultural |
| Pirassununga Ponta da linha em outubro de 1878, a cerca de um quilômetro da praça central. Por muito tempo a maior cidade do ramal. Hoje o prédio é a rodoviária. | 24 de outubro de 1878 fontes divergem | fechada |
| Porto Ferreira Ponta da linha em 15/1/1880, junto à balsa do João Ferreira no rio Mogi-Guaçu. A Paulista não obteve licença para cruzar o rio rumo a Ribeirão Preto e desviou a linha para Descalvado. Hoje é museu. | 15 de janeiro de 1880 | uso cultural |
| Descalvado Ponta da linha do Mogi-Guaçu, aberta em 7/11/1881, fora da cidade. A estação foi registrada só como Descalvado, e não Belém do Descalvado, para não confundir com outras duas estações de mesmo nome. | 7 de novembro de 1881 | fechada |
| Boituva Ponta da linha em 16/7/1882; o café de Botucatu já descia até aqui em carroças. De 1889 a 1929 foi o entroncamento do Ramal de Tatuí/Itararé, e de 1920 a 1962 do Ramal de Porto Feliz. O prédio atual é de 1933. | 16 de julho de 1882 fontes divergem | fechada |
| Itapira (Penha) Ponta do Ramal da Penha, inaugurado em 1882, quando a cidade ainda se chamava Penha do Rio do Peixe. Em 1891 o ramal seguiu até Eleutério e, em 1898, até Sapucaí, em Minas. Passageiros até 1976; trilhos retirados em 1990. | 30 de julho de 1882 fontes divergem | fechada |
| São Simão Ponta da linha em 16/8/1882, com Lage e Córrego Fundo no caminho. Desativada em 25/2/1971 pela Variante Tambaú–Bento Quirino; o leito virou avenida. | 16 de agosto de 1882 | desconhecido |
| Cerquilho Aberta em 1/1/1883 com o Ramal de Tietê, que saía daqui. Continua na linha, usada por trens de carga. | 1 de janeiro de 1883 | fechada |
| Tietê Inaugurada com festa em 30 e 31/12/1882, foi a ponta da Sorocabana até 1886. Depois ficou na ponta de um ramal de 9 km, desativado no fim de 1960; os trilhos saíram em 1962. | 1 de janeiro de 1883 | fechada |
| São Caetano Parada aberta em 1883, junto ao núcleo colonial de imigrantes italianos. | 1 de maio de 1883 fontes divergem | em operação |
| Cravinhos Aberta com a chegada a Ribeirão Preto em 23/11/1883, em terreno doado; fechada em 1/5/1964, substituída por uma estação a 9 km, na variante. | 23 de novembro de 1883 | demolida |
| Ribeirão Preto Ponta do tronco em 23/11/1883, a "capital do café". A estação central foi substituída em 1/6/1965 por uma nova, fora do centro, e demolida em 1968; o pátio virou o Terminal Rodoviário. | 23 de novembro de 1883 | fechada |
| Brotas Brotas tem estação desde 1885; a atual, de 1929, é a terceira, construída fora da cidade com a retificação da linha. | 1885 | uso cultural |
| Campo Alegre Estação do Ramal de Jaú da Rio-Clarense (1885) que nunca mudou de lugar; hoje em ruínas. | 1 de julho de 1885 | fechada |
| Itirapina Nó da Paulista: aqui se separam as linhas para São Carlos e para Jaú/Bauru. A velha estação, Morro Pelado, é de 1885; a atual, de 1916, fica cerca de 1,1 km adiante. | 1 de julho de 1885 | fechada |
| Laranjal Paulista Ponta da linha em 24/6/1886. Em 11/8/1940 o traçado mudou dentro da cidade e a estação foi para o local atual, perto do centro; a original ficava onde hoje é a Praça Armando de Salles Oliveira. | 24 de junho de 1886 | uso cultural |
| Dois Córregos Aberta em 1886 pela Rio-Clarense e nunca mudou de lugar; o prédio de 1912 foi restaurado pela prefeitura em 2016. | 7 de setembro de 1886 | uso cultural |
| Jaú Ponta do Ramal de Jaú da Rio-Clarense em 1887. Em 15/11/1941 o Tronco Oeste ganhou uma nova estação; a velha ficou fora da linha, servindo só à Douradense. | 1887 | uso cultural |
| Conchas Ponta da linha em 21/7/1887. Era parada de almoço dos trens para Botucatu. Restaurada em 2016, virou museu. | 21 de julho de 1887 | uso cultural |
| São José do Rio Pardo Aberta em 1887 pela Companhia Ramal Férreo do Rio Pardo, comprada pela Mogiana em 1888. O prédio atual é de 1927. A linha foi interditada em 1977, quando caiu uma ponte; no lugar dos trilhos abriu-se uma avenida. | 27 de agosto de 1887 | fechada |
| Pirambóia Ponta da linha em 1/3/1888, dentro da vila. Ficou fora dos trilhos em 1952, quando a Variante Juquiratiba–Botucatu ganhou uma Pirambóia-nova, a uns dez quilômetros ao sul. | 1 de março de 1888 | fechada |
| Vitoriana (Victoria) Aberta em 20/6/1888 como Victoria, ao pé da serra de Botucatu, e ponta da linha até 1889. A partir de 1893 também saía daqui o ramal para Porto Martins. Ficou sem trilhos com o fim da linha velha, em 1954. | 20 de junho de 1888 | fechada |
| São Manuel Aberta em 1888 pela Companhia Ituana, na ponta de uma linha que vinha do rio Tietê (Porto Martins), ainda não desenhada aqui. Desde 5/3/1897 é servida pela ligação de Capão Bonito, que virou o Ramal de Bauru. O prédio atual é de 1911. | 1 de agosto de 1888 fontes divergem | fechada |
| Botucatu Ponta da linha em 20/4/1889, a 1,5 km da cidade. O prédio atual é de 1934. Desde 1952 os trens chegam pela variante de Juquiratiba, e não mais pela subida de Vitoriana. Passageiros até 16/1/1999; a estação foi restaurada em 2016. | 20 de abril de 1889 | uso cultural |
| Monte Alegre do Sul Ponta do Ramal de Amparo prolongado, aberta em 1890. De 1908 a 1966 os trens de Socorro voltavam de ré daqui até a Reversão. Chamou-se Ibiti entre 1945 e 1950. | 2 de março de 1890 fontes divergem | uso cultural |
| Mococa Aberta em 18/3/1890, dava nome ao ramal sem nunca ter sido a ponta da linha, que seguia até Canoas, na divisa com Minas. O prédio atual é de 1913. Fechada em 7/11/1966, com o ramal. | 18 de março de 1890 | fechada |
| Várzea Paulista Aberta em 1/7/1891, na área rural de Jundiaí. | 1 de julho de 1891 | em operação |
| Serra Negra Ponta do ramal de Serra Negra (ou de Silveiras), aberta em 1892. O tráfego acabou em 1956; a estação foi demolida e no lugar se construiu a rodoviária. | 28 de março de 1892 | demolida |
| Palmeiras (Santa Cruz das Palmeiras) Aberta em 1892 no Ramal de Santa Veridiana. De 1968 a 1976 foi a ponta do que restou do ramal. Hoje é Casa da Cultura. | 1 de agosto de 1892 | uso cultural |
| Santa Veridiana A estação que deu nome ao ramal, aberta em 20/2/1893 no meio de uma fazenda, depois de anos de briga com a Mogiana pela zona privilegiada. Em 1913 a linha foi ligada à Mogiana na estação de Baldeação. Fechada em 1968. | 20 de fevereiro de 1893 | fechada |
| Mairinque Aberta em 1895 no ponto escolhido para o entroncamento com a linha de Itu (1897) e, mais tarde, com a Mairinque–Santos. Recebeu as oficinas que estavam em Sorocaba e deu origem à cidade. | 21 de maio de 1895 | uso cultural |
| Rubião Júnior (Capão Bonito) Aberta em 1897 como Capão Bonito, na saída do ramal que levaria os trilhos a São Manuel e, em 1905, a Bauru. Rebatizada Rubião Júnior em 1917. Abandonada desde o fim dos passageiros, em 1999. | 5 de março de 1897 fontes divergem | fechada |
| Lençóis Paulista O primeiro trem, de material, chegou em 29/8/1898; a inauguração festiva foi em 28/11/1898. Hoje o prédio é terminal rodoviário. | 28 de novembro de 1898 | fechada |
| Agudos (Sorocabana) Aberta em 1903, ponta da linha por um ano. A Paulista chegou a Agudos no mesmo ano, pelo outro lado do vale; as duas estações se viam, mas as linhas só se cruzavam em desnível. | 25 de setembro de 1903 | fechada |
| Pederneiras Aberta em 1/10/1903 como ponta do Ramal dos Agudos, que vinha de Dois Córregos e cruzava o Tietê; de 1910 em diante, ponto de partida do Ramal de Bauru. O prédio de 1913 é hoje centro cultural. | 1 de outubro de 1903 | uso cultural |
| Bauru (Sorocabana) Ponta do Ramal de Bauru, aberta em 22/4/1905, um ano antes de a Noroeste partir de Bauru. Passageiros até 1976. O prédio de 1905 sobrevive no antigo pátio da Noroeste, tombado pelo município. | 22 de abril de 1905 | fechada |
| Avanhandava Inaugurada em 16/02/1908 com a presença do presidente Afonso Pena. Posição aproximada sobre a via atual. | 16 de fevereiro de 1908 | só carga |
| Cafelândia Aberta em 1908 como Penna (ou Presidente Penna), na borda da cidade. Demolida em 1970, quando a variante de Lins passou a contornar Cafelândia e uma nova estação foi construída. | 16 de fevereiro de 1908 | só carga |
| Lins Aberta em 1908 como Albuquerque Lins, no bairro Junqueira. Com a variante de Lins, uma nova estação foi inaugurada em 15/11/1962 e o leito antigo virou avenida. O prédio de 1921 é hoje museu. | 16 de fevereiro de 1908 | só carga |
| Promissão Aberta em 1908. Em 15/08/1970, com a variante Lins–Araçatuba, a linha foi retirada do centro e uma nova estação foi construída. O prédio antigo passou a abrigar a Câmara Municipal. | 16 de fevereiro de 1908 | desconhecido |
| Glicério Aberta em 1/9/1908 como General Glicério. Em 18/3/1969 ganhou uma nova estação na variante, cerca de 1 km ao sul da antiga, que ficava no leito hoje ocupado pela Av. Adolfo Hecht Júnior. | 1 de setembro de 1908 | só carga |
| Araçatuba ★ Ponta dos trilhos em 1908, entroncamento da linha velha do Tietê com a Variante de Jupiá e, até 1992, uma linha que cortava a cidade ao meio. | 2 de dezembro de 1908 | só carga |
| Penápolis Aberta em 2/12/1908 como Santa Cruz do Avanhandava; rebatizada Penápolis em 1909, em homenagem a Afonso Pena. Posição aproximada. | 2 de dezembro de 1908 | só carga |
| Socorro Ponta do Ramal de Socorro, aberta em abril de 1909 com a presença do Presidente do Estado. Fechada em 16/9/1966, com o ramal; o prédio de 1909 foi por muitos anos a rodoviária da cidade. | 21 de abril de 1909 fontes divergem | uso cultural |
| Itapura Estação da linha original junto ao rio Paraná, fechada em janeiro de 1941 e inundada em 1968. Posição ESTIMADA (sede atual). | 13 de maio de 1910 | submersa |
| Lussanvira Estação da linha original do vale do Tietê; terminal do Ramal de Lussanvira de 1941 a 1961. Submersa pela represa de Três Irmãos em 1990. Posição ESTIMADA. | 13 de maio de 1910 | submersa |
| Bauru (Paulista) Ponta do Ramal de Bauru em 8/8/1910, onde a Paulista encontrou a Noroeste e a Sorocabana. O prédio, "provisório" em 1910, nunca foi substituído. | 8 de agosto de 1910 | uso cultural |
| Birigui ★ A estação em torno da qual nasceu a cidade. Ficava no centro, perto da igreja matriz, até que a Variante Coroados–Guatambu tirou os trilhos da cidade em 1969. | 13 de dezembro de 1912 fontes divergem | uso cultural |
| Batovi Aberta pela Paulista em 1916 na nova linha de bitola larga entre Rio Claro e Itirapina; sem trilhos desde 1980, com a variante Santa Gertrudes–Itirapina. Hoje abriga correio e subprefeitura. | 1 de junho de 1916 | uso cultural |
| Santa Bárbara d'Oeste Ponta do Ramal de Piracicaba de 1917 a 1922. Passageiros até 1977. O prédio abriga a Fundação Romi. | 14 de julho de 1917 | uso cultural |
| Guaiçara Aberta em 1920. Com a variante de Lins (1963, segundo a página da estação) ganhou um prédio novo na variante; o antigo ficou no centro de uma praça. Desativada em 1967. | 20 de junho de 1920 | uso cultural |
| Coroados ★ Estação de 1921 que continua junto à via; é ali que começa a Variante Coroados–Guatambu de 1969. | 1 de junho de 1921 fontes divergem | fechada |
| Piracicaba (Paulista) Ponta do Ramal de Piracicaba, aberta em 30/7/1922 depois de mais de vinte anos de promessas. A linha da Paulista não se ligava à da Sorocabana, que cruzava em desnível na entrada da cidade. | 30 de julho de 1922 | fechada |
| Guatambu ★ Estação da linha original entre Birigui e Araçatuba, desativada no dia em que a variante de 1969 entrou em operação. | 7 de agosto de 1922 | demolida |
| Iperó (Santo Antônio Novo) Aberta em 21/12/1928 como Santo Antônio Novo, ponta da linha dupla vinda de São Paulo, substituindo a pequena estação velha que ficou fora da linha retificada. Daqui passou a sair o Ramal de Itararé, antes em Boituva. Nome Iperó desde 1949. | 21 de dezembro de 1928 | fechada |
| Guararapes Primeira estação da Variante de Jupiá (1929), aberta pelo espigão para fugir da malária do Tietê. | 6 de agosto de 1929 | só carga |
| Valparaíso Estação da Variante de Jupiá, aberta em 1/10/1932; passou ao tronco em 1940. | 1 de outubro de 1932 | só carga |
| Guaraçaí Estação da Variante de Jupiá, aberta em 1/9/1936. | 1 de setembro de 1936 | só carga |
| Andradina Aberta em 11/7/1937, quando a Variante de Jupiá substituiu a linha do Tietê. Posição aproximada; a estação foi refeita em 1992. | 11 de julho de 1937 | só carga |